
O tratamento continuado e a vigilância periódica são essenciais para ajudar a reduzir os sintomas da colite ulcerosa. Ajudarão, também, a reduzir a frequência de novos episódios, ou de crises, e a possibilidade de complicações.
As complicações podem ser intestinais e extra-intestinais. Ao nível intestinal, pode haver um risco acrescido de perfuração.16Pode haver, também, um risco acrescido de cancro do cólon, embora haja grande discordância entre os médicos quanto à extensão desse risco.17
Um assunto consensual entre os médicos é a necessidade de avaliações regulares pelo seu gastrenterologista se quiser controlar a sua colite ulcerosa e evitar a ocorrência de quaisquer problemas potenciais. Isto pode significar fazer endoscopias, regularmente ou simplesmente falar sobre as alterações dos seus sintomas. É, também, importante que seja disciplinado e que tome os medicamentos que lhe tenham sido prescritos.
Outros órgãos que podem ser afectados pela colite ulcerosa, são:
- Pele (50% dos casos): nódulos dolorosos e avermelhados, ulceração
- Fígado (5-50%): inflamação, edema, cálculos
- Articulações (2-20%): inflamação e dor
- Rim (1-10%): “stress” renal, cálculos
- Olhos (1-3%): Inflamação
Fonte: Dott. Paolo Gionchetti, IBD Research Hospital, University of Bologna, www.amiciitalia.org